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[O Amor dos Homens Avulsos] Semana #1

Chegamos ao sexto Clube do Livro do Achados & Lidos e não poderíamos estar mais animadas! Pela primeira vez nessa seção do blog, leremos um autor brasileiro, que vem sendo muito bem recomendado. Para a próxima sexta-feira, avançamos os seis primeiros capítulos de O Amor dos Homens Avulsos, até a página 21. Acompanhe com a gente!

Por Mariane Domingos e Tainara Machado

Não é segredo que somos duas entusiastas da literatura brasileira. Os clássicos nacionais têm espaço garantido aqui no blog e sempre nos empolgamos quando aparece um nome promissor no cenário contemporâneo.

Normalmente, quando um livro desperta a nossa atenção, as indicações se acumulam. Primeiro, foi aquela visão chamativa na livraria, já que olhar nenhum consegue se desviar da bonita edição da Companhia das Letras, de um amarelo bastante vivo, com seus motivos equestres. Depois, veio a recomendação do Michel Laub, um dos autores brasileiros preferidos da Tatá. Em sua conta pessoal no Instragram (sim, a gente stalkeia nossos escritores favoritos, não tem jeito), Laub postou uma imagem com quatro livros. Além de O Amor dos Homens Avulsos, constavam na seleção também Meia-Noite e Vinte, do Daniel Galera (que já resenhamos), Como Se Estivéssemos em Palimpsesto de Putas, da Elvira Vigna (que está na fila de leituras) e Simpatia pelo Demônio, do Bernardo Carvalho, com a legenda abaixo: Leia mais

[Lista] 5 sugestões de presentes para o Natal

Quem disse que ganhar livro de presente de Natal é chato? Aqui no Achados e Lidos, temos sugestões para todo tipo de “freguês”: de novidades nas prateleiras à história de reis e rainhas, passando por Harry Potter e queridinhos do blog, temos certeza que na lista abaixo tem uma sugestão que vai te agradar neste fim de ano. Ah, e pode guardar as sugestões para 2017 também! Afinal, leitura nenhuma precisa de data comemorativa, não é?

1. Para quem ama história, reis e castelos: Os Románov, de Simon Sebag Montefiore

Os Románov foi um dos meus pedidos de Natal. Se você, assim como eu, adora histórias de realeza, conspirações e brigas por poder, não pode perder esse lançamento. Neste livro, o premiado historiador Simon Sebag Montefiore remonta, com muitos detalhes, os três séculos de domínio da família Románov na Rússia imperial.

É um catatau de mais de 900 páginas, mas pretendo me divertir desvendando essa imensa árvore genealógica nas horas de ócio de fim de ano. Além disso, é o tipo do livro que fica lindo na estante e faz brilhar os olhos de quem o recebe!

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[Resenha] Meia-Noite e Vinte

Daniel Galera se tornou uma espécie de “fenômeno literário” brasileiro com Barba Ensopada de Sangue, lançado em 2012. Seu novo romance era aguardado, portanto, com uma expectativa enorme. Meia-Noite e Vinte confirma o autor como o expoente maior de uma safra de ótimos escritores como há muito não se via na cena literária brasileira.

O ponto de partida de Meia-Noite e Vinte é justamente a morte de uma espécie de alter ego de Galera, Andrei Dukelsky, descrito como “um dos maiores novos talentos da literatura brasileira contemporânea”. Mais conhecido pelo apelido, Duque foi morto de forma brutal, ao ter seu celular levado durante uma corrida pelas ruas de Porto Alegre.

A tragédia, que chega a Aurora por meio do Twitter, força a aproximação dela com os outros dois narradores do livro, Antero e Emiliano. Juntos, os quatro haviam escrito, na virada do milênio, um cultuado fanzine digital, chamado Orangotango.

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Qual título você quer no próximo Clube do Livro?

E lá vamos nós para o nosso 4º Clube do Livro! 🙂 Já tivemos por aqui leituras emocionantes de vários cantos do mundo – Nigéria, Bielorrússia e França. Fomos dos dias atuais aos anos 80 e depois ao século XIX, conhecendo culturas e estilos de escrita totalmente diferentes.

A nigeriana Chimamanda Ngozi Adichie nos cativou com seus personagens fortes, como Tia Ifeoma e Kambili. Hibisco Roxo é um livro que aborda temas fortes e necessários de forma envolvente, muito próxima do leitor. Foi uma estreia e tanto para o nosso Clube do Livro.

Em seguida, foi a vez de outra escritora que confirma o poder feminino na literatura. A bielorrussa Svetlana Aleksiévicth nos rendeu a impactante leitura de Vozes de Tchernóbil. A academia sueca não se enganou nem um pouco ao lhe dar o Nobel de Literatura em 2015. Ela se destaca pela coragem de contar uma tragédia a partir de um olhar mais humanizado, que vai além da História, e também pela escrita original, que tem como premissa a valorização da voz de quem viveu, e não apenas observou, o desastre. Terminamos esse clube já querendo ler os outros títulos da autora!

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