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[O Mestre e Margarida] Semana #13

Chegamos ao fim de mais um clube do livro! O saldo da leitura? Muito mais que positivo! Nós, que já somos fãs de literatura russa, nos surpreendemos com essa obra prima de Bulgákov. Com uma escrita que mistura, com maestria, realidade e fantasia, ele construiu um enredo repleto de referências históricas e permeado de ironias inteligentes.

E você? Acompanhou a leitura conosco? Mande suas opiniões para o e-mail blogachadoselidos@gmail.com. Publicaremos na próxima semana!

Por Mariane Domingos e Tainara Machado

Chegou a hora do Juízo Final em O Mestre e Margarida. Korôviev e Behemoth continuam a perambular por Moscou, em suas últimas aventuras na cidade. Os destinos são, claro, escolhidos a dedo: uma loja exclusiva para estrangeiros e o lar de escritores, a casa de Griboiêdov.

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[O Mestre e Margarida] Semana #11

Depois do grande baile, chegou a hora do reencontro entre o Mestre e Margarida. Com diálogos cheios de ironia e humor, Bulgákov vai conduzindo o leitor ao desfecho dessa narrativa. Para a próxima semana, avançamos até o início do capítulo 28 ou página 346, se você tem a edição da foto.

Por Mariane Domingos e Tainara Machado

Depois de cumprir todas as condições da trupe diabólica e passar uma noite surreal e exaustiva como anfitriã do baile, Margarida pode, enfim, reivindicar sua parte no trato. Porém, como todos os momentos até agora envolvendo o diabo, esse também é carregado de armadilhas, testes e, claro, muito humor e ironia.

Ao contrário da maioria dos personagens, Margarida é bastante perspicaz. Ela consegue desvendar, sem grandes dificuldades, a agenda oculta de Woland. Quando a noite do baile se encaminha para o seu final, ela percebe que, embora tenha seus direitos diante do combinado, aquela trupe era poderosa demais para que ela se arriscasse com cobranças.

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[O Mestre e Margarida] Semana #10

O Grande Baile do Satã foi, sem dúvida, um dos melhores (e mais assustadores) capítulos que temos até aqui. Em um ritmo alucinante, somos apresentados a uma fileira de reis, rainhas, envenenadores e outros personagens com um passado no mínimo duvidoso, enquanto Margarida assume uma posição que, definitivamente, não imaginávamos. Para a próxima semana, avançamos até o capítulo 26, ou página 311, se você tem a edição da foto. São menos de 100 páginas para o fim da leitura! Aproveite e conte para gente o que mais te marcou até aqui nos comentários!

Por Mariane Domingos e Tainara Machado

Depois de todos os feitiços e prodígios daquela noite, já deduzia exatamente quem ela estava sendo levada para visitar, porém isso não a assustava.

Diferentemente da maioria dos mortais, Margarida vê com pouco assombro o encontro impressionante que a noite lhe reserva: com ninguém menos do que Diabo em pessoa. Com sua habilidade de dramaturgo, Mikhail Bulgákov nos familiariza com o cenário fantasmagórico em que vamos imergir nas próximas páginas.

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[O Mestre e Margarida] Semana #9

Chegou a hora de conhecermos melhor a outra personagem que está no título da obra de Bulgákov. Margarida, por fim, esbarra na trupe diabólica e esse encontro dá início a mais uma sequência eletrizante. Para a próxima semana, avançamos até o capítulo 24, ou página 278, se você tem a edição da foto.

Por Mariane Domingos e Tainara Machado

No início desta segunda parte, descobrimos que Margarida, a amada do Mestre, não o abandonou e ainda é profundamente apaixonada por ele. Também nos é revelado que ela é casada com um homem bastante rico e, materialmente, dispõe de tudo que uma pessoa poderia desejar:

Não falta dinheiro a Margarida Nikoláievna. Margarida Nikoláievna podia comprar tudo que lhe agradava. Entre os conhecidos de seu marido havia gente interessante. Margarida Nikoláievna nunca encostou em um fogareiro. Margarida Nikoláievna não conhecia os horrores da vida em um apartamento compartilhado. Em suma… era feliz? Nem por um minuto!

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[O Mestre e Margarida] Semana #8

Chegamos ao fim da primeira parte de O Mestre e Margarida, de Mikhail Bulgákov, com sua hilária história sobre o passeio de uma trupe diabólica pela Moscou dos anos 30. Como não poderia deixar de ser, mais alguns fatos insólitos tomaram lugar na capital, como um terno sem corpo e a transfiguração monetária. À medida que avançamos e conseguimos conectar os fios que ligam essa trama, mais aguçada fica nossa curiosidade!  A de vocês também? Continuem acompanhando conosco. Na próxima semana, vamos até o 22º capítulo, ou até a página 252 se você tem a edição da foto.

Por Mariane Domingos e Tainara Machado

Desaparecimentos consecutivos levaram a uma situação para lá de insólita no Teatro de Variedades. Depois de um espetáculo memorável, no qual se distribuiu dinheiro (transformado em seguida em papéis sem valor) e roupas parisienses (que num passe de mágica, ou de magia negra, sumiram logo após a apresentação, deixando em trajes mínimos algumas das senhoras mais ávidas no teatro), o estabelecimento amanheceu mergulhado no caos. Logo pela manhã, a fila que se formava à porta já era tão grande que levou até mesmo a polícia a aparecer. Os telefones tocavam sem parar, mas um problema esdrúxulo se impunha aos funcionários:

O próprio Likhodêiev também não estava. A empregada Grúnia também não estava, e ninguém sabia onde se metera. O presidente da administração, Nikanor Ivánovitch, não estava, Prólejniev não estava.

Resultou algo absolutamente inacreditável: toda a cúpula da direção desaparecera, uma sessão terrivelmente escandalosa tivera lugar na véspera, mas não se sabia quem a realizara ou investigava.

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